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No final do século XVIII, Francisco de Horta Machado, primeiro Embaixador de Portugal na Rússia Imperial, traz consigo de São Petersburgo, uma elegante garrafa, que o marcara pelo seu carácter invulgar e que viria a servir de testemunho da sua passagem no país dos Czares.


Um século depois, esta garrafa seria oferecida a Manoel Pedro Guedes, proprietário da Casa d'Avelleda, por um neto do embaixador, como forma de celebrar as primeiras produções de vinho na propriedade, corria o ano de 1870.

Ao receber esta garrafa, Manoel Pedro Guedes teve de
prometer que a conservaria até à criação de um produto com características únicas, que perpetuasse este legado familiar.

1.º Quartel: representa o emblema heráldico dos “Silvas” e é constituído por um Leão de Púrpura sobre prata;

2.º Quartel: representa o emblema heráldico da família (antropónimo) Guedes e é constituído por 5 flores de liz de oiro postas em santor.

3.º Quartel: representa o emblema heráldico dos “Melos” e é constituído por dobre cruz de oiro, com seis moedas bisantinas de prata, sobre vermelho. Bordadura de oiro;

4.º Quartel: representa o emblema heráldico dos “Meireles” e é representado por uma cruz florenciada, vazia, de ouro, sobre vermelho;

Na penumbra da velha adega, Roberto Guedes realizou as primeiras experiências com destilações de Vinho Verde, após uma viagem realizada à região de Cognac em França, onde viria a adquirir um alambique charentais em cobre.


As barricas, resultantes destes ensaios, permaneceram ao cuidado do tempo até António Guedes, seu filho, as apresentar a Amândio Galhano que, entusiasmado com esta descoberta, decide enviar amostras para Cognac. A reação gerada motivou António Guedes a prosseguir com o projeto de desenvolver uma aguardente única.

Roll barrels

Em 1971, nasce assim, uma das primeiras aguardentes de Vinho Verde, à qual foi dada o nome de Adega Velha, em homenagem ao lugar onde tudo começou.


As barricas, resultantes destes ensaios, permaneceram ao cuidado do tempo até António Guedes, seu filho, as apresentar a Amândio Galhano que, entusiasmado com esta descoberta, decide enviar amostras para Cognac. A reação gerada motivou António Guedes a prosseguir com o projeto de desenvolver uma aguardente única.

Roll barrels

Nos anos que se seguiram, a excelência da Adega Velha tornaram-na numa aguardente muito afamada e procurada em todo o país.


O sucesso da primeira edição de Adega Velha foi tal, que a produção disponível esgotou-se rapidamente, não permitindo a António Guedes dar resposta aos pedidos, nem dos seus amigos mais próximos.

Hoje, a história de Adega Velha permanece imutável.


Herdando o conhecimento e memória prodigiosa dos mestres adegueiros, que compuseram este néctar com a reverência de um alquimista, a Adega Velha continua a ser produzida como uma verdadeira obra-prima.